Como Limpar Moedas Antigas

Cuidado! O Melhor é Não Limpar…

Em diversas pesquisas que fiz sobre a limpeza de moedas antigas, encontrei de tudo: “deixar de molho em gasolina” “… em coca-cola” … “em vinagre”… “ferver em azeite, óleo, sal…” Veja só o riscos que corre a pessoa que seguir tais conselhos. O uso de líquidos abrasivos são muito perigosos, o calor nas moedas pode deformá-las, além de que a mistura de produtos químicos pode causar doenças ao homem e aos animais domésticos e até ao meio ambiente!

No ORKUT, encontrei estas dicas abaixo, muito detalhadas, mas mesmo assim sou adepto da seguinte estratégia: Não se atreva a limpar suas moedas sem ter a certeza do que está fazendo. Só um especialista sabe lidar com as moedas corretamente. Aconselhe-se antes!!!

http://www.orkut.com/Main#CommMsgs?tid=5722746662950205380&cmm=52269149&hl=pt-BR

“Vou colocar as dicas, pelo menos as que eu uso,  para se fazer uma limpeza sem prejudicar as moedas, a escova que eu me refiro e a que eu uso, é uma de dente velha que guardo só para isso .

Se precisar repita a operação de limpeza, mas lembre-se, moedas com certo valor como as de ouro, prata não precisam ficar super brilhantes pois podem perder parte do valor comercial e histórico.

MOEDAS DE OURO:
Coloque uma colher
de amônia (amoníaco) em um copo com água,
 deixe de molho durante
uns 20 minutos e enxague,
 seque no sol e de
brilho com uma flanela.

MOEDAS DE PRATA:
Coloque uma colher
de amônia (amoníaco) em um copo com água,
deixe de molho durante
uns 20 minutos , depois lave bem com água
e sabão, seque
no sol e de brilho com uma flanela.

MOEDAS DE NÍQUEL:
Coloque uma colher
de amônia (amoníaco) ou caldo de limão, em um
copo com água,
deixe de molho durante uns 30 minutos,depois lave bem
com água e
sabão,usando sempre uma escova,
enxague, seque no
sol e de brilho com uma flanela.

MOEDAS DE ALUMÍNIO,AÇO,
E BRONZE-ALUMÍNIO:

Utilize a mesma fórmula
das moedas de níquel, porém separadamente.

MOEDAS DE BRONZE:
Coloque em um copo
com água,uma colher das de sopa com vinagre, deixe de
molho durante uns
20 minutos, depois lave bem com água e sabão,
usando escova, enxague,
seque no sol e de brilho com uma flanela. ”


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Coleção de Moedas

Moedas Disponíveis

Stock For Sale

Cédulas:

20 escudos – Lisboa, 4 de Outubro de 1978 – República Portuguesa.

50 escudos – Lisboa, 20 de Maio de 1968 – República Portuguesa.

Moedas raras:

  • 20 reis – 1892  – D. Carlos I – Sem carimbo/Rosácea – Avaliada em 50,00 €
  • 2 Fr. em prata – Moeda francesa – Avaliada entre 12,00 a 20,00 €
  • 5 centavos – República Portuguesa ANGOLA – Avaliada em 55,00 €
  • 1 franc – 1941 – Française Republiqve – alumínio
  • One Shilling – 1950 – Georgivas VI D G BR OMN REX – Avaliada em US $5.95
  • 5 Ptas -1957 – Francisco Franco Caudillo de Espanha – Avaliação: EUA $ 100 ou US $ 150 em condição fina / extremamente fina.
  • 20 escudos – República Portuguesa 1966 – Ponte Salazar em prata 650 º/00 – 10g – Muito bem conservada – Avaliada em US $14.50
  • 2 New Pence – 1971 – Elizabeth II – Avaliada em 2 € (2 exemplares)
  • 50 New Pence – 1969 Elizabeth II – Heptagonal (porém foi perfurada para ser pendurada / usada em fio, o que pode comprometer o seu valor)
  • XX centavos – 1948 – República Portuguesa – (estado de conservação médio)
  • 100 escudos – 25 de Abril de 1974 – moeda rara comemorativa da Revolução dos Cravos.
  • 2,5 € – 2008 – Comemorativas Jogos de Pequim.
  • Comemorativa Canada Post – 2000 – Millennium.
  • 25 cent – Comemorativa do 100º Ano Coroação Elizabeth II, Canadá.
  • 500 libras – Comemorativa 50ª ano da Banca Italiana. República Italiana.
  • 25 pesetas – 1980 – Comemorativa do Mundial España 82.
  • 200 escudos – 1997 – Beatificação José de Anchieta – República Portuguesa.
  • 10 cêntimos de Euro, de uma face só – Raríssima, talvez única

Diversas:

  • 2$50 escudos – 1964, 1971, 1974 (2 ex) , 1977 ( 2 ex) , 1978, 1980, 1981, ( 2 exemplares) e 1983 ( 2 ex), 1984 – República Portuguesa.
  • 50 centavos  1970 – 1978  – República Portuguesa (2 ex)
  • 100 escudos – 1997 – Exposição Mundial de Lisboa – República Portuguesa
  • 5 centavos – (3 exemplares) – 2000 – República do Brasil.
  • 50 centavos – 1998 – Brasil.
  • 200 escudos – 1991 – Garcia de Horta – República Portuguesa (2 exemplares).
  • 10 escudos – 1990, 1998, 1999 (2 ex) – República Portuguesa.
  • 50 escudos – 1987 -República Portuguesa.
  • 1 franc – 1976 – Republique Française.
  • 20 escudos – 1989, 1998, 1989 (2 ex) , 2000 – República Portuguesa.
  • 5 florint br – 2005 – Magyar Koztarsasag.
  • 5 escudos – 1992, 1994 ( 3 ex ) ,  – República de cabo verde.
  • 1 krone – 1998 – Norge (Rússia).
  • 5 escudos – 1971, 1984, 1986, 1987, 1998 (3 ex), 1990 (2 ex), 1997 e 1999 – República Portuguesa.
  • 10 krone – 1995 – Norge (Rússia).
  • 1 dollar – 1994 – Singapore.
  • Quarter Dollar – 1970, 1996  – American Eagle – USA.
  • Quarter Dollar – 2001 – Estátua da Liberdade – USA.
  • 10 centavos – 1994 ( 2 ex ) – Brasil.
  • 100 escudos – 1991 – República Portuguesa.
  • 500 libras – 1982 e 1986 – República Italiana.
  • 5 pesos – 2002 – República Dominicana.
  • 2 krone – 1999 – Danmark ( Dinamarca).
  • 20 escudos – 1994 – Cabo Verde.
  • 1 franco – 1979 – Grécia.
  • 25 cents – 2005 – Alce – Canadá.
  • 10 francos – 1988- República francesa.
  • 2 pence – 1988- Inglaterra.
  • 1 escudo – 1978 – 1984 – 1985 – 1988 – 1989 – 1990 – República Portuguesa. (5 ex)
  • 20 francos  – 2004 – Grécia.
  • Moeda da Índia.
  • 50 centavos – 1964 – República Portuguesa.
  • 50 centavos de  escudos – 1971  – República Portuguesa.
  • 1 pound – 2005 – Inglaterra.
  • 20 centavos de escudos – 1968 – República Portuguesa.
  • 1/2 franc – 1967 , 1992 – República francesa.
  • 10 centimes – 1988 – República francesa.
  • 1 cent – 1988, 1993, 2000 (3 ex) – USA
  • 5 pesestas – 2000 – España
  • 10 cents – 2004 – Canadá.
  • 1 escudo – 1982 ( 2 ex ), 1983, 1985,  – 1987 (3 ex ),  1988 (3 ex ) 1989, 1990, 1991, 1992, 1993,  1995, 1999 (4 ex )2000 (5 ex ), República Portuguesa.
  • 10 centavos, 1996 – República do brasil.
  • 1 dime – 1999 – Usa.
  • 10 frans -1992 – República francesa.
  • 1 penning – 1989 – Alemanha.
  • 1 penny – 1992,  1999, 2001 – Inglaterra.
  • 1 escudo – 1994 – cabo verde.
  • 5 frans – 1982 ( 2 ex ) , 1995 – República Francesa.
  • 5 pesetas – 1996 – España.
  • 1 cent – 2004 – canadá.
  • X centavos de escudo – 1967 – República Portuguesa.
  • 5 pesetas – 1997 – Islas Baleares – España.
  • 10 centavos – 1967, 1971 – República Portuguesa.
  • 20 centavos – 1970 – República Portuguesa.
  • 1/2  1971 – new penny – Inglaterra.

Moedas Curiosas ( sem data) :

  • 25 – Casinos do Algarve – Alvor – Vilamoura – Monte Gordo
  • 50 – Casinos do Algarve – Alvor – Vilamoura – Monte Gordo

Medalha Futebol.

Medalha Che Guevara.

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Feira da Ladra em Portugal

Por Que “Feira da Ladra”?

Para saber tudo, vale a pena ler do começo ao fim…

A Feira da Ladra é uma feira popular de objetos usados que ocorre na cidade de Lisboa, em Portugal.

Com raízes que remontam ao século XIII, a Feira da Ladra andou de sítio em sítio, até se fixar no Campo de Santa Clara, freguesia de São Vicente de Fora. Dedica-se, sobretudo, ao comércio de velharias, de objetos de segunda-mão e artesanato.

Ocorre semanalmente às terças e sábados, no período da manhã até à tarde.

A Feira da Ladra teve início no Chão da Feira, ao Castelo, tendo mais tarde passado para o Rossio. Depois do Terramoto de 1755 instalou-se na Cotovia de Baixo (actual Praça da Alegria), estendendo-se mesmo pela Rua Ocidental do Passeio Público. Em 1823 foi transferida para o Campo de Santana, onde esteve apenas cinco meses, voltando para a Praça da Alegria. Em 1835 voltou para o Campo de Santana, onde se conservou até 1882, antes passar para o Campo de Santa Clara, às terças-feiras, e, desde 1903, também aos sábados.

(Textos extraídos do Wikipédia.com)

As feiras são uma das mais importantes instituições do período medieval em Portugal. Quase todas as feiras se realizavam em épocas relacionadas com festas de Igreja e, no local onde se faziam, existia uma paz especial, a paz da feira, que proibia todos os actos de hostilidade, sob penas severas em caso de transgressão.

A primeira menção duma feira portuguesa vem registada no Foral de Castelo Mendo de 1229 que se realizava três vezes no ano, durante oito dias de cada vez. Todos os que a ela concorressem, tanto nacionais como estrangeiros, teriam segurança contra qualquer responsabilidade civil ou criminal que pesasse sobre eles. Entre os privilégios que mais favoreceram o desenvolvimento das feiras portuguesas há que mencionar o que isentava os feirantes do pagamento de direitos fiscais, nomeadamente portagens, a que se dava o nome de feiras francas.

A partir do reinado de D. Afonso III (12481279) multiplica-se o número das feiras e ampliam-se as garantias e os privilégios jurídicos concedidos aos feirantes. O fomento do comércio interno por meio da instituição de feiras, teve como consequência o aumento populacional de determinadas zonas pouco povoadas, para além de engrandecer os rendimentos da coroa.

Durante o reinado de D. Dinis (1279-1325) activa-se o impulso dado anteriormente. O Entre Douro e Minho, a Beira e até o Alentejo cobrem-se de feiras, nomeadamente de feiras francas.

A partir do reinado de D. Fernando (13571367) a situação começa a alterar-se. Primeiro, foram as sucessivas guerras com Castela que prejudicaram grandemente o comércio ambulante. De seguida, a revolução de 1383-85, que teve como consequência um reforço da protecção real aos comerciantes das cidades e vilas em detrimento dos mercadores ambulantes.

Apesar de, em 1528, ter sido concedida uma feira franca a Vila Viçosa e, em 1576, à cidade do Porto, parece poder considerar-se o fim do século XV como o período de enfraquecimento da importância das feiras em Portugal. As cidades e as vilas, desenvolvendo-se e prosperando, serviam mais adequadamente os interesses e as necessidades económicas da comunidade do que as feiras. É natural que esse declínio se acentuasse no século XVI, quando Portugal brilhou como potência marítima e ultramarina, quando o grande comércio se concentrou definitivamente nas cidades portuárias do litoral. A partir do reinado de D. Manuel I (14951521) as feiras entraram numa fase de decadência.

No século XVIII ainda se instituíram feiras. Em 1720 criou-se no Porto uma feira franca de fazendas e animais. Em 1776, durante o governo do Marquês de Pombal, realizou-se em Oeiras, durante três dias, uma feira a que podemos chamar a primeira feira industrial portuguesa, com representação de todos os produtos da indústria nacional da época.

Apesar de todas as vicissitudes, algumas feiras tradicionais sobreviveram até aos nossos dias, como é o caso da feira de Espinho, às segundas-feiras; da feira dos Carvalhos, às quartas; ou da feira da Senhora da Hora aos sábados.

(Textos extraídos do Wikipédia.com)

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Feira da Ladra

O Conceito de “Feira”

Uma “feira” é um lugar público, comum, livre. Um espaço onde há exposição de mercadorias diversas, um bom circuito para perambular, com ou sem destino, com ou sem objetivo concreto. Andar e ver, andar e comprar, o que calhar…

“Feira” também é ( ou inicialmente era unicamente?) uma designação complementar dos cinco dias úteis da semana: Segunda-feira, Terça-feira…

Uma “feira” na cidade pode também ser o sinônimo de recreação, uma feira pode trazer um parque de diversões, artistas livres a fazer mágica, dança, canto ou pessoas a mendigar…

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